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Maquinária lança livro que retrata a história do título Mundial do Palmeiras em 1951
Lançamento marcado para o dia 18 de julho, a partir das 19 horas, na Livraria Saraiva do Shopping Eldorado, em São Paulo. A obra conta também com o patrocínio do Banco Banif

A editora Maquinária lança a obra “Palmeiras Campeão do Mundo 1951”, com o patrocínio do Banco Banif. Em 1951, o Brasil ainda vivia a ressaca da perda da Copa do Mundo para o Uruguai. Foi quando o Palmeiras resgatou a honra do país, ao conquistar, numa final emocionante contra a Juventus, da Itália, em um Maracanã lotado, a Copa Rio, competição organizada pela FIFA que correspondia ao Mundial Interclubes.

No livro, o jornalista e pesquisador Fernando Razzo Galuppo mostra a importância desse título para que o futebol brasileiro recuperasse a autoconfiança e, a partir dali, começasse a trilhar um caminho de grandes vitórias.

“Foi um momento único na história do futebol a conquista do Palmeiras. Nas pesquisas realizadas aos registros da época pude constatar o envolvimento total do povo brasileiro e da imprensa mundial em torno dessa competição, que reuniu os principais times do futebol do mundo na época, e contou com a organização da CBD e da FIFA”, disse Galuppo

O feito do clube paulista foi celebrado por todas as torcidas e comemorado como se o triunfo fosse da própria seleção brasileira. Com dezenas de fotos e ilustrações da época, essa obra é essencial para se compreender um momento chave para o sucesso do nosso futebol, ocorrido há exatos sessenta anos.

“Poder eternizar esse momento do nosso futebol numa obra foi muito prazeroso e um privilégio. Espero que todos os amantes do esporte bretão, em especial os palmeirenses, possam desfrutar desse trabalho e ampliar o seu conhecimento sobre esse feito único na história palestrina”, finaliza Galuppo

Sobre o patrocinador:

O Grupo Banif teve origem em 1988 na Região Autônoma da Madeira, estendendo progressivamente sua atuação em toda Portugal Continental e Região Autônoma dos Açores. O Grupo ocupa hoje a liderança nas economias madeirense e açoreana, através do Banif – Banco Internacional do Funchal e do BCA – Banco Comercial dos Açores, e marca uma presença cada vez mais forte em todo o território continental e junto às comunidades portuguesas residentes no exterior. Possui presença no Brasil, costas leste e oeste EUA, Canadá, Venezuela, África do Sul e Grand Cayman.

Sobre o autor:

Fernando Razzo Galuppo é jornalista desde 2002. Por dois anos, trabalhou no jornal Agora São Paulo. Atualmente, é assessor de comunicação da Sociedade Esportiva Palmeiras. Além de Palmeiras Campeão Mundial 1951, pela Maquinária, é autor de mais dois livros sobre o clube: Alma palestrina e Meu time do coração.

Sobre a editora:

A Maquinária Editora é um selo da Comunicação e Etc e foi criada em 2008 pelos jornalistas Paschoal Ambrósio Filho e Roberto Sander, ambos com a experiência de ter trabalhado por mais de 20 anos em alguns dos principais veículos de comunicação do país. Entre seus maiores objetivos está o de valorizar autores nacionais e títulos com relevância histórica. Seu primeiro projeto – a Coleção Ídolos Imortais – está sendo um sucesso absoluto, tanto pelo aspecto de vendas como pelo reconhecimento do seu caráter informativo e educativo.

A volta do bandido

Paulo César de Oliveira contra o Palmeiras

Jogo a Jogo:

- 9/4/1997 – Palmeiras 2×1 Rio Branco-SP – Campeonato Paulista (1º fase)
Estádio Palestra Itália
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa três jogadores do Palmeiras (Djalminha, Velloso e Sandro) de forma descontrolada e com um “excesso” de zelo. Interferiu diretamente no andamento da partida contra o Palmeiras.

Essa foi a primeira vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 25/2/1998 – Palmeiras 0×1 São Paulo – Torneio Rio São Paulo (semifinal)
Estádio Brinco de Ouro
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa o capitão do Palmeiras, o meia Zinho, e provoca uma instabilidade emocional nos jogadores que viram o adversário crescer na partida e eliminar o Palmeiras nos pênaltis.

Essa foi a segunda vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 17/4/1999 – Palmeiras 4×4 São Paulo – Campeonato Paulista (2º fase)
Estádio do Morumbi
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa Agnaldo e Jackson. Marca um pênalti duvidoso contra o Palmeiras, quando a equipe vencia por 4 a 3, aos 37 minutos do segundo tempo, que foi convertido e originou o empate

Essa foi a terceira vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 9/5/1999 – Palmeiras 1×5 São Paulo – Campeonato Paulista (2º fase)
Estádio do Morumbi
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa Roque Junior e Jackson. Marca dois pênaltis contra o Palmeiras, o primeiro deles quando a partida estava 1 a 1 e o segundo quando o São Paulo já vencia por 2 a 1.

Essa foi a quarta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 30/5/1999 – Palmeiras 4×3 Portuguesa – Campeonato Paulista (2º fase)
Estádio Palestra Itália
Atuação: Paulo César de Oliveira marca três pênaltis a favor da Portuguesa. O primeiro quando a partida estava 0 a 0. O Segundo quando o Palmeiras vencia por 2 a 1 e o terceiro quando o Palmeiras já vencia por 4 a 2.

Essa foi a quinta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 20/6/1999 – Palmeiras 2×2 Corinthians – Campeonato Paulista (Final – 2º jogo)
Estádio do Morumbi
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa o zagueiro Cléber. Não teve pulso para administrar uma confusão generalizada entre os jogadores e encerrou a partida antes do tempo regulamentar.

Essa foi a sexta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 7/5/2000 – Palmeiras 2×2 Corinthians – Campeonato Paulista (3º fase)
Estádio do Morumbi
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa o zagueiro Agnaldo aos 37 minutos do segundo tempo e aos 39 minutos o Corinthians empata a partida.

Essa foi a sétima vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 4/6/2000 – Palmeiras 2×3 Santos – Campeonato Paulista (Semifinal)
Estádio do Morumbi
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a oitava vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 27/8/2000 – Palmeiras 3×2 Santos – Copa João Havelange
Estádio da Vila Belmiro, Santos-SP
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa Tiago Silva e Rodrigo Taddei, além de marcar um pênalti contra o Palmeiras que não foi convertido.

Essa foi a nona vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 9/12/2000 – Palmeiras 2×2 São Caetano – Copa João Havelange (quartas-de-final)
Estádio Palestra Itália
Atuação: Paulo César de Oliveira marcar um pênalti contra o Palmeiras numa falta fora da área quando estava 2 a 1 a favor do alviverde que foi convertido por César e eliminou causou a eliminação da equipe palmeirense

Essa foi a décima vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 8/2/2001 – Palmeiras 1×3 Botafogo-RJ – Torneio Rio São Paulo
Estádio Maracanã
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a décima primeira vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 1/4/2001 – Palmeiras 1×3 Santos-SP – Campeonato Paulista
Estádio da Vila Belmiro, Santos-SP
Atuação: Paulo César de Oliveira marcar um pênalti contra o Palmeiras aos 8 minutos de jogo e expulsa Rodrigo Taddei.

Essa foi a décima segunda vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 21/4/2002 – Palmeiras 1×1 São Paulo – Torneio Rio São Paulo (semifinal)
Estádio do Morumbi
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a décima terceira vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 23/10/2002 – Palmeiras 2×2 Corinthians – Campeonato Brasileiro
Estádio do Morumbi
Atuação: Paulo César de Oliveira marcar um pênalti contra o Palmeiras aos 25 minutos do segundo tempo, quando o Palmeiras vencia por 2 a 1.

Essa foi a décima quarta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 19/2/2003 – Palmeiras 2×2 Ponte Preta – Campeonato Paulista
Estádio Moisés Lucarelli, Campinas-SP
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa o volante Claudecir aos 30 minutos do segundo tempo.

Essa foi a décima quinta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 30/7/2003 – Palmeiras 0×3 São Caetano-SP – Copa Sul-Americana
Estádio Anacleto Campanella
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a décima sexta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

– 8/11/2003 – Palmeiras 2×0 Marília – Campeonato Brasileiro – Série-B
Estádio Palestra Itália
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a décima sétima vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 1/2/2004 – Palmeiras 2×2 Santos – Campeonato Paulista
Estádio do Morumbi
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a décima oitava vez que ele apitou uma partida do Palmeiras

- 2/5/2004 – Palmeiras 4×0 Corinthians – Campeonato Brasileiro
Estádio do Morumbi
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a décima nona vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

- 11/3/2006 – Palmeiras 2×1 Portuguesa – Campeonato Paulista
Estádio Canindé
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a vigésima vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

- 28/1/2007 – Palmeiras 1×1 Barueri – Campeonato Paulista
Estádio Palestra Itália
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a vigésima primeira vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

- 25/3/2007 – Palmeiras 3×2 Marília – Campeonato Paulista
Estádio Palestra Itália
Atuação: Nada de anormal.

Essa foi a vigésima segunda vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

- 5/2/2008 – Palmeiras 5×2 Bragantino – Campeonato Paulista
Estádio Marcelo Stefani, Bragança Paulista-SP
Atuação: Paulo César de Oliveira expulsa o goleiro Marcos, alegando na súmula que o goleiro do Palmeiras agrediu o atleta do Bragantino com um pontapé enquanto o mesmo estava deitado no gramado.

Essa foi a vigésima terceira vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

- 13/4/2008 – Palmeiras 1×2 São Paulo – Campeonato Paulista (Semifinal)
Estádio do Morumbi
Atuação: São Paulo venceu o jogo graças a um gol de mão claríssimo e intencional do atacante Adriano, validado pela arbitragem de Paulo Cesar de Oliveira e da bandeirinha Maria Eliza Correia Barbosa. Esta ainda deu impedimentos contra o Palmeiras inexistentes.

Essa foi a vigésima quarta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

-31/5/2009 – Palmeiras 2×2 Barueri – Campeonato Brasileiro
Estádio Arena Barueri
Atuação: Paulo Cesar de Oliveira expulsa o volante Wendel do Palmeiras.

Essa foi a vigésima quinta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

- 21/1/2010 – Palmeiras 2×2 Barueri – Campeonato Paulista
Estádio Eduardo José Farah, Presidente Prudente
Atuação: Arbitragem desastrosa. Aos 14 minutos do segundo tempo, Tadeu acertou a trave em cobrança de pênalti. Marcelo Oliveira pegou a sobra e serviu o próprio Tadeu na área. Em condição de impedimento, o centroavante marcou em favor do Barueri. Paulo César de Oliveira chegou a conversar com Alberto Poletto Masseira, mas confirmou o gol irregular. Erro gravíssimo. Além disso, não marcou pênalti claro em Diego Souza.

Em entrevista a rádio bandeirantes após a partida, o Coronel Marinho disse que foi um erro grave, faltou atenção de Paulo César e que ele interferiu diretamente no resultado e que agora irá analisar o “Currículo” dele para puní-lo ou não.

Essa foi a vigésima sexta vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.

Resumo

Paulo César de Oliveira x Palmeiras:

26 partidas apitou do Palmeiras em sua carreira
Marcou 11 pênaltis contra o Palmeiras
Expulsou 16 atletas do Palmeiras
O Palmeiras ganhou apenas 8 vezes
O Palmeiras empatou 11 vezes
O Palmeiras perdeu 7 partidas

Olá amigos, é com satisfação que torno a escrever. É que há alguns dias um assunto tem me incomodado e hoje, incitado por um amigo, li um texto que torrou de vez minha parca paciência. Sou sincero em dizer que não conheço o cidadão que o escreveu e pra dizer a verdade soube da sua existência pelas constantes criticas que este recebe invariavelmente de alguns amigos meus.

Trata-se de um "Jornalista, dono de beagle, craque no video game, entre outros", como o próprio se define no twitter @RicaPerrone. Tal cidadão escreveu um texto intitulado #mimimi, foi rebatido por vários e por fim ele próprio resolveu passar a tarde toda de #mimimi pela falta de compreensão alheia. Pois bem…

Antes de entrarmos definitivamente no assunto vale conhecer o texto: #mimimi. Vamos então tratá-lo com o respeito e o carinho solicitado pelo blogueiro, jornalista e #mimimizeiro @RicaPerrone.

O texto não passa de um eterno #mimimi. Não é de hoje a antipatia dos palmeirenses pela mídia tradicional, que ocasionou uma pequena revolução na internet com o nascimento da mídia Palestrina. Embora o texto do cidadão tente demonstrar o contrario, o ataque não partiu do Palmeiras contra a mídia. Trata-se na verdade de uma resposta aos maus tratos dispensados por esta ao Palmeiras.

E logo no primeiro parágrafo o texto se perde e morre. O autor afirma que o Palmeirense reclama da falta de espaço na mídia (ele se refere à entrevista do Gladiador), e assim se perde. Em momento algum o Kleber pediu espaço na mídia. Ele, assim como todos nós, pedimos respeito. Tratamento sério e leal. Sem frescura nem babação de ovo. Apenas o que lhe (nos) é devido.

Basta uma busca rápida. Situações parecidas quando ocorrem no Palmeiras merecem notas negativas, mas quando ocorrem no time do povo ou no clube exemplo, recebem extensos textos elogiosos. E não vou discutir isso. Não precisa ser nenhum gênio para perceber. Basta um mínimo de boa vontade e inteligência.

Será que se fossem apresentados num dos rivais, Kleber e Valdivia não seriam tratados como craques?

Enfim, tenho que admitir que há uma parte do texto do cidadão com a qual concordo plenamente:

PS.: O tempo esquentou via twitter, muita gente rebatendo as enormes besteiras escritas pelo cidadão, que tenta se defender baseado em sua lógica distorcida e ameaças de processo…

Abraço amigos.

Prometo tentar voltar a freqüentar com mais freqüência este nosso espaço.

Amigos, muito bom dia!

Chegou ao nosso conhecimento que existe pelo menos uma pessoa que está concorrendo ao Conselho do clube no dia 12 que não é Palmeirense…

O estatuto é claro:

Art. 150 – Somente poderão fazer parte como membros dos órgãos constantes no artigo 4º deste Estatuto, “PALMEIRENSES AUTÊNTICOS”, com sentimento e convicções ideológicas que almejem preservar a tradição e os princípios fundamentais que inspiraram a formação do glorioso PALESTRA PALMEIRAS.

Art. 151 – Todo indivíduo que exercer qualquer cargo eletivo ou de nomeação na SEP, tomará posse mediante juramento de que é PALMEIRENSE AUTÊNTICO e que será fiel (devemos em breve alterar o estatuto e substituir por LEAL) aos princípios fundamentais, sentimento e convicções ideológicas constantes no artigo anterior, ficando sujeito à eliminação do quadro associativo, no caso de transgressão a essas regras, ou posterior verificação de fraude no juramento ou nos princípios aqui estipulados.

Art. 4º – São poderes da SEP:

I. A Assembleia Geral (A.G.);

II. O Conselho Deliberativo (C.D.);

III. O Conselho de Orientação e Fiscalização

(C.O.F.);

IV. A Diretoria

Solicitamos que o mesmo tenha o bom senso e retire sua candidatura evitando assim maiores desgastes.

O nome dele está sendo amplamente divulgado pelos colegas em listas, sites e blogues.

Investiguemos e façamos a coisa certa e justa.

Por Mauro Beting

A palavra “arena”, em política brasileira, remete aos piores anos do Brasil.

O termo arena, neologismo de antanho para os Coliseus do brioche & circo destes dias, comporta tudo. Tem cabimento para tantos. Mesmo que não tenham cabimento algumas atitudes e contas a serem pagas por nossos tataranetos. Ainda mais em ano de eleição de presidente. De governador. E até de presidente do Clube dos 13.

Resumindo: o chefe da delegação brasileira na África do Sul ganhou um alvará do presidente da CBF que não conhecia um dos três projetos de estádio do Corinthians; o maior desafeto do presidente da CBF (que coleciona desafetos sacrossantos como o presidente do São Paulo) teve todos os nãos de São Paulo e do Morumbi para os tantos projetos e remendos apresentados pelo clube tricolor.

Para resumir ainda mais: Ricardo Teixeira aprovou um projeto que não viu em Itaquera, e disse não a todos os Morumbis apresentados pela não menos arrogante, preponte e desastrada direção são-paulina.

Os projetos são-paulinos tinham as suas falhas como tem o Morumbi desde a construção.
E, mesmo se fosse perfeito, se fosse a “casa sacrossanta” que Juvenal se jactancia, ainda assim teria o não rotundo dado pelo dono da CBF e da Copa de 2014.

O projeto corintiano (que originalmente é para 48 mil pessoas, e já foi mudado para acomodar as 65 mil previstas para a abertura da Copa) ainda é incerto e não sabido. Mas já está aprovado pelo prefeito do DEM, pelo governador do PSDB e, claro, pelo presidente do Brasil.
Ou melhor: pelo presidente honorário da República do Corinthians, como torcedor de berço, e conselheiro há anos.
Correligionário do presidente do Corinthians, chefe da delegação, e grande armador de toda a jogada, Andrés Sanchez.

Presidente corintiano coberto de méritos pelo chapéu que deu em Juvenal Juvencio, em termos de Copa.
Mas que levou a questão mais para o lado pessoal-clubístico, fazendo menor uma questão maior. Do tamanho da arena que receberá da Odebrecht. Do tamanho da paixão centenária corintiana.

Como se sabe há muito tempo neste canteiro de obras que é o Brasil, só o amor e a Odebrecht constroem. Pavimentando alianças neste governo que acaba, construindo pontes e um estádio para o novo e provável governo petista.

Faz parte do jogo e de algumas jogadas.

Só é de estranhar tanto mau humor com o São Paulo Futebol Clube.

E tantos freios com outra obra importante, inteiramente financiada pela iniciativa privada, que não consegue sair da prancheta por erros de todos os lados.

Também do Palmeiras que tinha dívidas a pagar. Também da oposição do clube (e ao clube) que criou e ainda vai criar todos os empecilhos de fato e sem muito direito.

E, agora, também do Cades (Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável) que entrou em campo para não reformar o Palestra.
Justamente nos dias em que São Paulo terá um grande estádio para a Copa.

Sou tão leigo em construção de estádios quanto Ricardo Teixeira é em futebol.

Mas o reprovado Relatório de Impacto de Vizinhança (RIVI) não faz parte da política de boa vizinhança. É uma declaração de guerra ao bom senso.

Um relatório de impacto sonoro com uso de vuvuzelas e fogos de artifício para liberar as obras do novo estádio palmeirense é de um absurdo incomparável. Melhor, de fato, ser surdo a ouvir os lamentáveis argumentos que impedem o início das obras.

Primeiro porque o estádio já existe. É Stadium Palestra Itália, desde 1933.
Segundo porque será coberto na área dos torcedores. O estádio é barulhento hoje. Será muito menos quando estiver pronto.
Terceiro porque fogos de artifício não são liberados nos campos. É tão ridículo exigir um relatório a esse respeito quanto seria um teste para saber qual seria o impacto sonoro de um rufar de canhões dentro do gramado.

E mais não é preciso dizer pelo risível argumento do Cades.
Aliás, o primeiro comunique-se do órgão em 2010.

E tem mais!

Foi cobrado um estudo para saber quantas pessoas iriam com veículo próprio em dias de shows.

Quem sabe?

Certamente não o mesmo departamento que liberou sem grandes problemas o Shopping Bourbon, vizinho da nova Arena.

Para atrasar ainda mais as obras palestrinas, falta ao clube o mesmo tipo de argumento que sobrou ao presidente corintiano.

Não é amizade com o presidente Lula, que isso Belluzzo tem de longa data, independente de carteirinha do partido, como tem Andrés desde o ano passado.

Faltam, talvez, os mesmos procedimentos, digamos, mais enfáticos.

Aqueles argumentos que liberaram o estádio corintiano a toque de caixa aberto.

E que emperram a arena palmeirens com freio ABS.

No frigir das bolas, o Corinthians cimentou muito bem a sua obra.
O São Paulo enterrou seu Mundial tanto por jogo político rasteiro do outro lado quanto por soberba de seu presidente.
O Palmeiras está pagando contas que não são dele. Mesmo que o baixo nível da oposição do clube (e ao clube) também ajude a atrapalhar o início das obras, que não têm a menor guarida dos órgãos públicos.

Texto de Mauro Beting para o site oficial do palmeiras.

Reproduzido integralmente:

Nesta data querida

São 96 anos de Palestra Itália. São 68 de Sociedade Esportiva Palmeiras. São Marcos. Academia do Divino Ademir da Guia.

Somos nós.

A Sociedade Esportiva Palmeiras.

Celebrando 60 anos da primeira das cinco coroas: do time campeão da cidade de São Paulo em 1950 e 1951; campeão do Estado de São Paulo no ano santo de 1950; campeão do Rio-São Paulo em 1951; campeão da Copa Rio para sempre, pelo Brasil e para o mundo.

96! Como 1996. Ano da maior campanha da história do profissionalismo paulista. A do Palmeiras dos 102 gols. Mais um campeoníssimo que não precisa de chancela e de título para saber que era o melhor. Não ganhou mais que um Paulista? E daí? O Palmeiras não se mede por títulos. Paixão é desmedida. Não é fácil contar este Palmeiras de vitórias incontáveis e incontestáveis. Deixem que os outros contem. O palmeirense canta.

No Palmeiras, recordar é vencer. Tudo tem volta. Nesta casa, todos têm volta olímpica. Vencedora. Como o retorno do eterno Felipão. Do mago Valdivia. E do gladiador Kleber. Um palmeirense que pelo clube morreria em nossa arena. Mas, pensando bem e torcendo melhor, onde há verde há vida. Não se morre pelo clube. Ele que nos faz viver e nos faz sentir em casa.

No Palestra Itália. Onde tanta gente que não se entende canta e vibra. Boa gente que só se entende como gente quando é Palmeiras. Onde nós divergimos tanto quanto nos divertimos. Nossa casa está em obras. Volta firme, forte e verde em breve. Como nossos ídolos voltaram este ano ao clube não por questão de escolha. Mas por escola. Porque um palmeirense não escolhe o Palmeiras. O Palmeiras que nos acolhe.

Não é saudosismo. É campeonismo. É aquilo que voltou contra o Vitória, na Sul-Americana. Vitória nossa. Vitória marcante. Vitória felipônica. O espírito de 1999 encarnado na virada. O espírito desde 1914 que faz com que, ao final da partida, todo o elenco saia do gramado em direção à arquibancada. Não só para festejar. Mas para comungar. Era um só corpo, um só espírito, uma só equipe. O time. O alviverde inteiro.

Um clube que teve de mudar de nome, mas não de ideais. Gente que sabe plantar sementes e criar Palmeiras. Podemos perder a casa por um tempo, mas jamais perderemos o nosso templo. Até porque este clube é para ganhar. Amigos e jogos.

Este é o berço da Academia do país do futebol. O palco do Campeão do Século XX. O altar da comunhão palmeirense.

O Palmeiras dos filhos desta pátria mãe gentil, dos netos da Mamma Itália. Da torcida que canta e vibra nos Jardins Suspensos pela paixão, no canto de amor verde e paixão branca de Moacyr Franco.

Mas tanto amor não tem cabimento. Por isso o Palestra precisa ser maior. Moderno como o gramado elevado de 1964. Eterno como o estádio que é nosso há 90 anos. Casa que continuará sendo de cada um quando reabrir os portões para a História.

Quando a nova arena voltar, ela será como o nosso amor: ainda maior; ainda melhor; ainda mais Palestra Itália; sempre mais Palmeiras. Para abrigar cada filho que se ressente do lar ausente. Mas não do amor de mãe, de pai, de filho, do espírito santo palestrino. Do anjo-guardião que nos protege há 500 jogos. Do Divino que nos ilumina em cada campo.

Santos e deuses. Ateus e os que professam outras fés que me perdoem: vocês não sabem o que estão perdendo. Quer dizer… Vocês sabem muito mal quantas vezes já perderam.

Parabéns, Palmeiras, nesta data querida.

Parabéns, palmeirenses, por todos os dias de nossa vida em verde.

96 anos de glórias

Jogo das barricas!

Divulgue!

Participe!

Vai falir de novo!

Divulgação!

Texto: Cruz de Savóia

Imagens: Blog do Silvinho

N.CS.: Texto do grande Cláudio, do Chuta que é Macumba

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Jogo das Barricas – 3ª edição

Da mesma forma que nos romances de Shakespeare e Machado de Assis, Corinthians e Palmeiras nasceram para ser rivais inseparáveis. Entre os torcedores, o fato se repete. São Montecchio e Capuleto, Esaú e Jacó. Aprenderam, no decorrer do tempo, que em certos momentos têm de dividir o espaço, já que essa competição eterna é o que mantém as respectivas paixões. Toda conversa é um embate e qualquer encontro se transforma em acontecimento épico. Palmeirenses e Corinthianos precisam conviver e competir.

É esse o espírito do Jogo das Barricas. Pelo terceiro ano consecutivo, a maior rivalidade do futebol brasileiro e mundial sai das arquibancadas e vai ao campo de jogo. Com a bola nos pés, arquibaldos e alambradinos do Pacaembu e do Jardim Suspenso promovem encontro que desmitifica o caráter violento imputado por aproveitadores ao futebol, a fim de afastá-lo definitivamente do povo por meio do pânico.

Além da oportunidade de reunir amigos de trincheiras opostas para bater uma pelada, comer um churrasco e beber cerveja, o Jogo das Barricas é uma reparação histórica e uma manifestação de escárnio contra a entidade que é a antítese ao futebol com alma exalante dos derbys. Consta nos anais que, em 7 de julho de 1938, houve o torneio Augusto Mundell, cuja arrecadação de fundos serviu ao salvamento financeiro de uma instituição que havia ido à bancarrota pela segunda vez em menos de dez anos de existência, apesar de toda sua identificação com as classes abastadas. Por conta disso, alvinegros e alviverdes se juntam novamente para rir do time do Jardim Leonor, lembrando também do erro gigantesco que foi a promoção do referido campeonato.

Mais exatamente no próximo dia 21 de agosto, um sábado, três escretes formados pelas três torcidas mais tradicionais da capital paulista serão recebidos pela gloriosa várzea do Tietê. E dizemos três escretes não por erro de conta, mas porque irão nos acompanhar nessa jornada nobres torcedores da Portuguesa de Desportos, outra agremiação participante do Augusto Mundell. O Jogo das Barricas, enfim, é uma festa que irá louvar o futebol sem frescuras e suas histórias maravilhosas.

Os interessados devem mandar e-mail para cramone99ou cruzdesavoia. Depois da inscrição, serão enviados os dados bancários necessários para o pagamento da contribuição de R$20, destinada ao aluguel do campo e à carne do churrasco, além do endereço do evento e demais instruções. Prepare suas moedinhas!

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Jogo das Barricas – 3ª edição

Data: 21 de agosto – a partir das 15h

Local: campo da várzea paulistana (endereço via e-mail, após confirmação da inscrição)

Preço: R$20 (aluguel do campo e churrasco incluso)

Informações e inscrições: cramone99@gmail.com e cruzdesavoia

Sexta é dia de se despedir em grande estilo da nossa casa… Para retornar depois de sua reforma!

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